quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro, será julgado pelo STJD

Zezé Perrella, presidente do Cruzeiro - foto: Vipcomm
O presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella, não teme uma punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na sexta-feira, quando será julgado, e ratifica as acusações feitas ao árbitro Sandro Meira Ricci, após o jogo contra o Corinthians, no dia 13 de novembro.
- O juiz fez uma esculhambação. É difícil de acreditar que alguém tenha capacidade de errar tanto, se não for por intenção mesmo. Não vou retirar nada do que eu falei, continuo achando ele um safado, tanto é que ele viajou para os Estados Unidos. Que juiz bom é esse que não vai apitar as finais do Brasileiro? - disse o dirigente em entrevista ao programa Minas Esporte, da Rede Bandeirantes.
Após a derrota para o time paulista, Perrella disse que há um esquema para favorecer o Timão no Campeonato Brasileiro e, por causa das declarações, poderá pegar até 810 dias de suspensão.
O manda chuva da Raposa revelou que o próprio Ronaldo riu da situação e disse que não teme uma punição da justiça.
- Não estou tão preocupado. Naquele jogo, quando cheguei no vestiário e vi os jogadores chorando de revolta e de tristeza foi uma coisa lamentável. Em 17 anos que eu estou no futebol eu nunca vi isso. É todo um trabalho jogado por terra. O cara errar seis impedimentos. O lance do pênalti eu não vou nem discutir, porque de cada 10 pessoas, três acham que foi. Eu estive com o próprio Ronaldo depois do jogo e perguntei: 'Ronaldo, que pênalti é esse? Ele falou 'seu zagueiro é muito burro' e ficou rindo, ou seja, ele sugeriu que se jogou. Houve ainda os dois pênaltis no Thiago e no Wellington Paulista - contou Perrella.
No jogo em que o Corinthians venceu o Cruzeiro por 1 a 0, Sandro Meira Ricci assinalou um pênalti do zagueiro Gil sobre o Fenômeno aos 43 minutos da etapa final. A decisão do juiz causou revolta no grupo cruzeirense.

Contra o Cruzeiro, Fla tenta parar 'fantasma' Montillo

Renato e Montillo (Crédito: Vipcomm e Gil Leonardi)
Em 2010, o torcedor rubro-negro não suporta nem mesmo ouvir o nome do argentino Montillo. Baixinho, esperto e muito habilidoso, o meia pôs fim ao maior sonho do Flamengo nesta temporada: a Libertadores. Depois, deixou a Universidad de Chile e quase parou na Gávea, mas, na última hora, tomou o rumo do Cruzeiro, rival de domingo. No primeiro turno, o camisa 10 deu o passe para o gol da vitória da Raposa. Agora, a ideia de como parar o argentino volta à cabeça dos rubro-negros.
Durante a Libertadores e o próprio Campeonato Brasileiro, no qual o argentino é um dos destaques, os jogadores do Flamengo já puderam observar muito bem como Montillo se comporta em campo. Com um chute de cobertura sobre o Bruno, em Santiago, no Chile, ele arrasou o Flamengo. Chileno, o volante Maldonado tem na cabeça a ideia de como frear o grande destaque do rival de domingo.
– Concentração, apresentar-se para o jogo, avaliar a jogada com calma. Estes são os segredos para tentar parar o Montillo e todo o time do Cruzeiro, que é muito perigoso. Temos de entrar em campo empenhado em fazer o melhor. É complicado contra eles, vamos ter de pensar bem as jogadas – afirmou Maldonado.
Fato é que parar o baixinho vem sendo tarefa complicada para todos os times no Campeonato Brasileiro.
Até agora foram sete gols marcados e sete assistências para os companheiros. Domingo, então, é a chance de exorcizar dois fantasmas de uma vez: o rebaixamento e, claro, Montillo.

Provável estreia do Quarteto Tricolor é o trunfo do Fluminense na luta pelo título

Fred, Deco, Conca e Emerson (Crédito: Arquivo L!)
Foram pelo menos três meses de espera. Mas a duas rodadas para o fim do Brasileiro é provável que o Quarteto Tricolor, formado por Deco, Conca, Emerson e Fred, entre em ação pela primeira vez contra o Palmeiras, domingo, na Arena Barueri (SP). Na luta pelo título, eles podem fazer a diferença.

Muricy Ramalho já havia tido o prazer de escalar o ofensivo trio com Conca, Emerson e Fred no empate contra o Botafogo, na 11ª rodada. Com a chegada de Deco, no início de agosto, o treinador não escondeu a ansiedade de escalar o famoso quarteto. No entanto, uma série de lesões perseguiu Fred e, logo depois, Emerson e Deco.

Pouco a pouco, eles reapareceram. Juntos, prometem fazer História com a camisa tricolor, como Assis, Rivellino, Samarone e outros integrantes de quartetos marcantes do clube.

lancenet

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