sábado, 20 de novembro de 2010

Estrela do Furacão, Paulo Baier acredita que o atlético Pr tem grandes possibilidade de garantir vaga para Libertadores

Paulo Baier, do Atletico-PR. (Foto: Felipe Gabriel)
Quando Paulo Baier entrar em campo neste sábado, contra o Tricolor gaúcho, ele precisará se desfazer de suas raízes gremistas se quiser levar o Atlético-PR à Libertadores.

Em 2008, quando defendia o Goiás, o armador do Furacão declarou que venceria o São Paulo para que o Grêmio levasse o título brasileiro como uma forma de presentar o pai, Seu Elemar, tricolor fanático. Gaúcho de Ijuí (mesma cidade natal do técnico Dunga), Paulo Baier não esconde o clube de infância.

– Torcia pelo Grêmio. A família quase toda era gremista – confessa.

No entanto, quando o assunto veio à tona nesta semana por conta da partida contra o Tricolor gaúcho, o camisa 10 do Atlético-PR se mostrou muito incomodado e tentou evitar dar entrevistas.

– Não tenho nada com o Grêmio. Nunca me procuraram. Hoje, sou atleta, sócio e torcedor do Atlético-PR, inclusive, tenho uma cadeira na Arena da Baixada. É um assunto encerrado – pondera.

Gremista ou atleticano, a verdade é que Paulo Baier é um dos grandes responsáveis pela boa campanha do Furacão neste Campeonato Brasileiro. E promete esquecer de vez o passado na partida de hoje:

– Não existe no futebol entregar a vitória ao adversário. Estamos brigando por Libertadores. O profissionalismo fala mais alto.

Flamengo busca os 43 pontos, número da redenção

Contra o Guarani, Fla tenta chegar aos 43 pontos, número da redenção do clube - Crédito:

Tudo o que o Flamengo deseja neste sábado, após o confronto com o Guarani, marcado para as 19h30, no Engenhão, é atingir o redentor número 43. Na História do clube, os algarismos mostraram momentos de redenção pelo Flamengo. Caso bata o Bugre e pule para 43 pontos, o time poderá, sim, respirar aliviado e afastar o perigo de rebaixamento.

Ao observar o número 43, o torcedor rubro-negro puxa na memória 2009. Petkovic. Impossibilitado de voltar a usar a camisa 10, já então concedida a Adriano, quando voltou ao clube, Pet optou pelo número 43 às costas. Referência aos minutos do histórico gol do tricampeonato carioca do Flamengo sobre o Vasco, em 2001. O sérvio acertou na mosca.

Com o 43 às costas, o meia foi o símbolo da redenção do Flamengo no Campeonato Brasileiro. As atuações brilhantes de Pet foram preponderantes para a conquista do hexacampeonato brasileiro e, também, para marcar à base de mais uma taça o número 43 na História do clube. Neste ano, no entanto, Petkovic deixou o número de lado após a saída de Adriano para a Itália e abocanhou a camisa 10 novamente.

A tarefa de honrar o número caiu, então, no colo do atacante Diogo, contratado no meio do ano junto ao Olympiacos, da Grécia. Assim que chegou à Gávea, Diogo recebeu a camisa 43 e foi a campo. Oscilou bons e maus jogos, participou de trio e dupla de atacantes e hoje estará ao lado de Deivid. Para – quem sabe? – tornar o 43 de novo o número redentor.

– Esse número está presente na História recente do Flamengo. Espero que ele me ajude e que eu consiga fazer gols decisivos – disse o camisa, claro, 43 do Flamengo

Fábio lembra do passado no Vasco para ser campeão

Fábio do Cruzeiro (Crédito: Gil Leonardi)
Quando o Vasco bateu o São Caetano e se sagrou campeão brasileiro de 2000, o goleiro Fábio iniciava a carreira já com um título de expressão. Ele era reserva de Helton no gol cruzmaltino. Dez anos depois, ele enfrenta o ex-clube na reta final como capitão e ídolo do Cruzeiro com muita gana de buscar o bicampeonato.
Apesar da juventude, Fábio esteve em campo em três partidas da Copa João Havelange, ainda na sua primeira fase. Contra São Paulo, Vitória e Santos, o goleiro teve a oportunidade de participar da competição.
Em um grupo recheado de estrelas como os Juninhos Paulista e Pernambucano e Romário, Fábio reconhece que o sabor de levantar uma taça de campeão nacional logo aos 20 anos foi importante.
- Pra mim foi gratificante. O Vasco tinha grandes jogadores e um elenco qualificado. Foi otimo ser campeão naquele momento porque peguei experiência. Quando comecei a jogar foi muito mais fácil – recorda o goleiro.

lancenet

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