
Sem querer, Vinícius Pacheco foi abençoado. Com a saída de Jonas, a camisa 7 ficou vaga. Número que tantas glórias deu o Grêmio acabou nas costas do meia que chegou do Flamengo por acaso. Ele não sabia da mística que carregava ao substituir Adilson ainda no primeiro tempo e entrar no campo do Estádio Olímpico.
O mesmo número que o meia pisou no gramado pertenceu a grandes ídolos. Um deles, o próprio comandante. Renato Gaúcho marcou época no Grêmio como campeão do Mundo utilizando a camisa 7. Antes dele ela pertencia a Tarciso, outro ícone gremista.
Depois, Paulo Nunes a vestiu no bicampeonato da Libertadores, em 1995, os cabelos louros infernizando as zagas adversárias. Dos pés do atacante saíram inúmeras assistências para – na maioria das vezes – a cabeça de Jardel. Nos últimos anos, Jonas foi o escolhido para vesti-la e brilhar, como artilheiro do Brasileirão.
O técnico Renato Gaúcho confirmou que a camiseta tem algo diferente. Toda essa história tem algum poder ainda não descoberto.
- A camisa pesa. O número sete tem história. Dá bastante sorte àqueles que a usam. Quando ele chegou e o Jonas saiu, falei para dar a sete para ele, que ia dar sorte. O 7 aqui é bastante forte mesmo – garantiu Renato Gaúcho.
Vinícius Pacheco, no entanto, não sabia de nada da mística.
- Nem sabia disso. Na véspera da viagem me deram a camisa, o Renato nem me falou nada – disse Pacheco.
Ao acaso ou não, Pacheco marcou os dois gols da classificação gremista para o restante da Libertadores. O Tricolor entra no grupo 2, com Oriente Petrolero, León de Huánuco e Junior Barranquilla.
lancenet
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